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05.08.2015

Vendas de imóveis para brasileiros na Flórida crescem 26,5%

Vendas de imóveis para brasileiros na Flórida crescem 26,5%

INVESTIMENTOS TAMBÉM VISAM AO 'GREEN CARD'

Os rumos da economia nacional e a alta do dólar não alteraram o entusiasmo de brasileiros que procuram imóveis para investir ou morar na Flórida (EUA). É o que aponta levantamento da imobiliária paulistana Lello. No primeiro semestre deste ano, segundo a empresa, houve aumento de 26,5% no número de imóveis vendidos para brasileiros no estado norte-americano em relação ao mesmo período de 2014.

O crescimento maior foi observado em Orlando: 38%. Já em Miami houve incremento de 15% nas vendas para brasileiros nos seis primeiros meses de 2015. Ainda segundo a Lello, 80% dos brasileiros que compram imóveis na Flórida pagam o valor à vista, e 20% usam créditos imobiliários nos EUA. O valor médio dos empreendimentos comercializados para brasileiros é de US$ 450 mil em Miami e R$ 250 mil em Orlando.

Outra imobiliária, a Florida 360 Realty, confirma o crescimento de 20% a 25% nos últimos anos. E aponta um fator a mais de estímulo: em setembro o Congresso deve elevar de US$ 500 mil para US$ 800 mil o investimento feito por estrangeiros na economia norte-americana para obter o green card – direito de morar nos Estados Unidos.

Atualmente, quem investir US$ 1 milhão para gerar empregos no país ganha permissão de residência e trabalho. Porém, investimentos direcionados pelos governos permitem gastar metade deste valor. É o caso do City Center West Orange – um projeto que irá construir um distrito em Orlando, em uma área chamada Ocoee, a poucos quilômetros de distância dos parques da Disney e da Universal.

“Entre 12 e 14 meses é possível obter o green card provisório, tanto para o investidor quanto para seus parentes diretos, como esposa e filhos menores de 21 anos”, explica Valquíria Gomes-Pidgeon, consultora internacional da Florida 360. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, há 300 mil brasileiros vivendo na Flórida.

Ao investir US$ 500 mil no projeto, o investidor se torna sócio acionista do empreendimento com 2.500 ações privadas. Ou seja: além dos juros anuais e do aumento gradual do valor das ações à medida que a obra for evoluindo, os investidores participam da distribuição de lucros. Na entrega final do projeto, prevista para ocorrer no fim de 2007, esse montante pode ultrapassar até 10% do valor investido, segundo a imobiliária.        

Fonte: Monitor Mercantil - Internacional | http://www.monitormercantil.com.br/index.php?pagina=Noticias&Noticia=173066&Categoria=INTERNACIONAL

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